De Madonna, passando por Karina Bacchi e Jamie Lee Curtis, muitos se aventuraram pelo mundo da literatura infantil. Todos, geralmente, oferecendo mais do mesmo: contos com mensagens nobres, moral da estória e coisas do tipo. Eis que chega ao Brasil (lançamento previsto para o dia 12 de julho) o livro “O Triste Fim do Pequeno Menino Ostra & Outras Histórias“, escrito e desenhado por Tim Burton, diretor de “Edward Mãos de Tesoura”, os dois primeiros “Batman” etc. Aqui, saem os clichês e entram contos repletos de humor negro e personagens desajustados e, muitas vezes, sem final feliz. O conto que batiza o livro fala de um pai com disfunção erétil avisado por um médico de que comer ostras propicia “um desempenho sexual extra”. Desde o início a sina do Menino Ostra se mostra difícil: sua mãe o rejeita por cheirar “a oceano e alga marinha”. Há também uma estória mais “positiva”. O garoto-queijo (Menino Brie), atormentado por sonhar que pode ser reduzido a uma fatia, encontra amizade no vinho Chardonnay. O livro chega ao país com um atraso de dez anos.
You Tube
Dar uma passeada pelo You Tube – que agora conta com uma versão em português – sempre rende bons frutos. Como ver Little Superstar e uma demonstração de Street Fighter 2 (com direito até a nível de energia). Há até momentos educativos (aula de sexo anal).
Are you crazy man?
O Adult Swim, exibido nos fins de semana pelo Cartoon, é uma maravilha. Já viram algum episódio do Frango Robô? No You Tube há vários episódios completos. Aliás, recentemente, nos EUA, foi exibido um episódio de 30 minutos dedicados ao Star Wars (com direito a participação de George Lucas). Entretanto, destaco alguns trechos, como Game Conter Strike, Pimp My Sister, Coelho Traficante, Charlie Brown na lenda do “Cabeça de abóbora” e Eu, Robô no assassinato de George Jetson. / Outra boa pedida é Super Fly. “Who’s your Daddy? You know who your Daddy is?”.
Citação
“Mas a imprensa independente e crítica não é apenas instrumento fundamental da democracia; é também como a própria democracia: ruim com ela, pior sem ela, porque não se inventou nada melhor.
O que assusta quando Lula insinua que a imprensa trabalha contra o país é que o PT passou duas décadas alimentando a imprensa contra Sarney, Collor, Itamar e FHC. E, enquanto caía um ministro atrás do outro, até um presidente, Lula e o PT sempre fizeram o papel de vítimas. Os acusados e os que caíam eram os outros, mas eles é que se diziam perseguidos.
Agora, quando o governo é do Lula e os ministros são do PT e dos seus aliados, o que era bom passou a ser ruim. Pimenta nos olhos dos outros era refresco. E Lula, que acha que tudo de bom neste país começou com ele, não pára de criticar a imprensa por… fazer tudo o que ele e o PT estimularam que fizesse contra os outros, todos os outros.” (Eliane Cantanhêde)
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Esse trecho de artigo me fez lembrar que a imprensa vive a errar. Exemplo disso é o fim do namordo de Íris e Alemão. Disseram que já havia acabado e que só estavam esperando o dia dos namorados (motivo: campanhas publicitárias). Mas o namoro só acabou seis dias depois do dia 12 de junho. Que falta de precisão.
Treze Homens e um Novo Segredo
Vamos ver se essa terceira parte é melhor do que o final das trilogias lançadas recentemente.








